Alimentação está comprometendo a saúde da população.

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Alimentação está comprometendo a saúde da população.

Saiba como a contaminação através da alimentação está comprometendo a saúde da população e conheça meios naturais de combater essa ameaça.

Contaminação do organismo pela alimentação é uma questão de saúde pública” - Prof. Kunio Inamoto

Imagine tomar um galão de cinco litros de veneno a cada ano. É o que os brasileiros consomem de agrotóxico anualmente, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). “Os dados sobre o consumo dessas substâncias no Brasil são alarmantes”, disse Karen Friedrich, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Desde 2008, o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos. Enquanto nos últimos dez anos o mercado mundial desse setor cresceu 93%, no Brasil, esse crescimento foi de 190%, de acordo com dados divulgados pela Anvisa. Segundo o Dossiê Abrasco - um alerta sobre o impacto dos agrotóxicos na saúde, publicado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, 70% dos alimentos in natura consumidos no país estão contaminados por agrotóxicos. Desses, segundo a Anvisa, 28% contêm substâncias não autorizadas.

O ímpeto, a ganância e a falta de informações, assim como o descaso diante das conseqüências no uso dessas substâncias parecem ter se tornado uma prática para algumas indústrias químicas voltadas ao setor da alimentação. É dever das autoridades de saúde alertar e informar os consumidores sobre os cuidados e precauções, freando o crescimento dessa verdadeira “indústria da doença”.

AÇÃO DOS AGROTÓXICOS NO ORGANISMO

A maioria dos agrotóxicos (sejam pesticidas, fungicidas ou herbicidas), são venenos formulados para destruir ou matar organismos vivos. Como nós também somos organismos vivos, a sua presença no nosso meio orgânico só pode causar prejuízos. Na composição da maioria dos agrotóxicos, existe a presença de metais tóxicos como o mercúrio, chumbo e outros não menos tóxicos. Praticamente, todos oferecem toxidades cumulativas e podem afetar o Sistema Nervoso, a Medula, os Rins, o Fígado e todo processo Endócrino (hormonal).

Conheça alguns sintomas gerais de contaminação:
• Falta de disposição / cansaço.
• Dores musculares e articulares.
• Ansiedade / depressão.
• Distúrbios endócrinos (hormonais).
• Obesidade ou magreza.
• Cabelos e unhas frágeis.
• Falhas de memória.
• Dor de cabeça / enxaqueca.
• Queda na acuidade visual.
• Problemas de colesterol e triglicérides.
• Diabetes.
• Distúrbios digestivos e intestinais.
• Disfunções de ordem sexual / impotência.
• Distúrbios de ordem mental.

Como tais sintomas geralmente estão associados a diversos tipos de doenças, é comum os profissionais da saúde não considerarem os agrotóxicos como possíveis fontes causadoras desses distúrbios.

PREVENÇÃO E CUIDADOS NA ALIMENTAÇÃO

Existem algumas medidas básicas que podem ser adotadas com objetivo de reduzir a incidência de agrotóxicos e aditivos químicos na alimentação. Veja a seguir:
• Evitar alimentos industrializados.
• Consumir cereais, frutas, verduras e legumes orgânicos.
• Cereais orgânicos devem ser bem lavados, pois podem ter contaminação nos meios de conservação nos depósitos.
• Frutas devem ser lavadas e descascadas, a fim de consumir.
• Verduras e Legumes, mesmo os orgânicos, devem ser bem lavados para evitar a contaminação por parasitas indesejáveis.
• Cuidado com fibras e germe de trigo, com sementes germinadas, lecitinas ou derivados de soja existentes no mercado, pois podem conter agrotóxicos.
• Atenção também com carnes de aves e animais que consomem além de hormônios sintéticos, agrotóxicos contidos nas suas rações.
• Segundo pesquisas americanas e da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, 1/4 de xícara de arroz branco pode conter 7 microgramas de arsênico e o integral, em torno de 10 microgramas.

(Fonte: Blog Quamtumbio - http://quantumbio.com.br/blog/69/)
 

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